REGULAMENTO PARTICULAR

ARTIGO 1. ORGANIZAÇÃO 
Os Campeonatos Nacionais de Contrarrelógio são organizados pela UVP-FPC Federação Portuguesa de Ciclismo e Associação de Ciclismo da Beira Interior, de acordo com os regulamentos da UVP - FPC, a disputar nos dias 19 e 20 de setembro em Castelo de Vide. 

ARTIGO 2. TIPOS DE PROVAS 
 s provas estão inscritas no calendário nacional nas classes 12; 14; 15; 16; 17; 18; 19 e 20. 

ARTIGO 3. PARTICIPAÇÃO 
A  participação nos Campeonatos Nacionais é reservada a corredores, da disciplina de Estrada (escolha principal no momento da filiação), de nacionalidade portuguesa, constante na respetiva licença, emitida por uma Federação Nacional afiliada à UCI. 

ARTIGO 4. Programa e Quilometragem 
Programa Campeonato Nacional CRI 19/set - 15h30* Cadete Masc. (a) 13,8 Km Júnior Masc. 17,6 Km 19/set - 18h00 Cerimónias Protocolares 20/set - 09h30* Master 60 Masc. 13,8 Km Master 50 Masc. 13,8 Km Master Fem. 13,8 Km Cadete Fem. (a) 13,8 Km Júnior Fem. 13,8 Km Master 40 Masc. 17,6 Km Master 30 Masc. 17,6 Km Elite Amador Masc. 17,6 Km Elite Fem. 17,6 Km 20/set - 13h00 Cerimónias Protocolares (a) Bicicletas a utilizar obrigatoriamente no contrarrelógio, as de estrada sem extensores. 

ARTIGO 5. SECRETARIADO 
A  inscrição dos corredores e staff das equipas, deverá ser realizada na plataforma da FPC até às 23h59m do dia 13 de setembro. A confirmação dos participantes (atletas e staff das equipas) realiza-se online através da mesma plataforma da inscrição no dia 16 de setembro das 14h00 às 19h00. No caso dos atletas e staff com licenças que não tenham sido emitidas pela UVP-FPC, o diretor desportivo deverá enviar a cópia da licença, no momento da confirmação de participantes, para o email confirm@fpciclismo.pt . Os atletas individuais devem de enviar a sua intenção de participação para o email confirm@fpciclismo.pt, indicando o número de licença, nome completo e contacto telefónico. Não existirá verificação de licenças, nem confirmação de participantes no local da prova. Em caso de alteração devido a doença depois da confirmação, o diretor desportivo deverá informar o organizador através do telefone 963369146 no mais curto espaço de tempo, sendo o prazo limite sempre antes da entrada na zona zero (no dia da respetiva prova). Toda a informação detalhada sobre a prova, deverá ser enviada antecipadamente por email para todos os credenciados, evitando assim procedimentos presenciais que impliquem contacto físico. A reunião entre a Direção da Organização e todos os membros do Colégio de Comissários realiza-se via Vídeo Conferência no dia 18 de setembro com início às 18h30. Será enviado para o email de cada participante o link de acesso. A reunião terá a participação dos seguintes elementos: Um Diretor Desportivo por equipa, o Presidente do Colégio de Comissários, o Diretor da Organização; o Médico coordenador da prova; o Comandante das Forças de Segurança da prova e o(s) representante(s) da Task Force UVP-FPC Covid 19. O briefing de Segurança, e demais reuniões preparatórias, serão convocadas pelo organizador, informando diretamente os respetivos participantes. O briefing de segurança terá a presença dos seguintes elementos: O Diretor da Organização, O Presidente do Colégio de Comissários, o Comandante das Forças deSegurança, O Responsável das Motos Bandeiras Amarelas, O responsável dos motoristas e motards, o Responsável da TV e o(s) representantes da Task Force UVP-FPC Covid 19. Toda a informação detalhada deverá ser enviada antecipadamente por email para os intervenientes nas reuniões. A entrega da documentação, realiza-se para cada prova no respetivo dia, à entrada da zona O, no horário de abertura do PPO. A credenciação de todos os elementos será efetuada online pelo organizador da prova. A entrega dos materiais técnicos será efetuada através de envelope encerrado e entregue de forma intransmissível por elemento do staff da organização aos credenciados. Cada equipa deverá destacar pelo menos um elemento, diretor desportivo, para rececionar o respetivo envelope. Os elementos credenciados para a prova deverão fazer-se acompanhar dos respetivos equipamentos de proteção individual. Todos os elementos fornecidos pelo organizador deverão ser alvo de higienização com solução aquosa de base alcoólica a 70% (SABA) antes e após a sua utilização. Os técnicos da instalação dos rádios nos veículos da caravana deverão além da máscara de proteção, usar luvas bem como higienizar os equipamentos antes da sua instalação e após a sua desinstalação, de acordo com a Orientação 014/2020 de 21/3/2020 da DGS. As classificações e o comunicado da prova serão enviados por email e/ou disponibilizados online.

ARTIGO 6. RÁDIO-VOLTA
As informações da corrida são transmitidas na frequência (160.23750 MHZ). 

ARTIGO 7. ASSISTÊNCIA TÉCNICA NEUTRA 
O  serviço de assistência técnica neutra é assegurado pela organização. O serviço é assegurado por dois carros de apoio neutro. 

ARTIGO 8. CLASSIFICAÇÕES 
Classificação Individual por Tempos Atribuição de títulos Nacionais 

ARTIGO 9. PRÉMIOS 
Camisola de Campeão Nacional e Medalhas (dourada; prateada e bronzeada). 

ARTIGO 10. ANTIDOPAGEM 
O regulamento antidopagem da UVP-FPC aplica-se integralmente nesta prova. O controlo antidopagem realiza-se segundo as normas vigentes de adaptação para o novo coronavírus estabelecidas pela ADOP no seu manual de procedimentos de colheita de amostras COVID-19. Os atletas admitidos para o processo de antidopagem deverão preencher um questionário de sinais e sintomas associados à COVID-19, aplicado pelo RCD. O controlo antidopagem realiza-se em instalações junto à chegada. 

ARTIGO 11. CERIMÓNIA PROTOCOLAR 
De acordo com o artigo 1.2.112 do regulamento, os seguintes corredores devem apresentar-se na cerimónia protocolar: os três primeiros de cada prova. Devem apresentar-se, regra geral, no prazo máximo de dez minutos após término da prova. 

ARTIGO 12. PENALIDADES 
Aplicação exclusiva da tabela de penalidades do Regulamento da UCI. 

ARTIGO 13. ADAPTAÇÕES REGULAMENTARES ESPECIFICAS NO CONTEXTO COVID-19 

Regras de participação na prova 
Todos os elementos credenciados para uma prova, deverão ser licenciados por uma federação nacional, com exceção dos convidados, membros da comunicação social, membros das forças de segurança e tripulação das ambulâncias, reduzindo ao estritamente necessário o número de elementos em prova. 
O  ato de inscrição e/ou pedido de credenciação para a prova implica por parte de quem o faz, o conhecimento, aceitação expressa e cumprimento dos Regulamentos da UCI e da UVP-FPC, bem como dos Regulamentos Particulares aplicáveis a esta prova. 
Todos os elementos integrantes da prova deverão comprometer-se com o cumprimento das normas de adaptação estabelecidas pelo documento “Adaptações para o retorno à competição” elaborado pelo Task Force UVP-FPC Covid-19 e aprovado pela DGS, bem como o compromisso de responsabilidade e aceitação sobre as medidas a tomar pelo organizador, tendo por base o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).
No decorrer da competição, todos os elementos credenciados para a prova deverão respeitar as normas de higiene respiratória e distanciamento social consignadas pela DGS.
Em todos os atos protocolares ou regulamentares que decorrem antes ou depois da prova, deverão igualmente ser respeitados todos os procedimentos de higiene e segurança sanitária, consignados no presente documento.
Preconiza-se o uso obrigatório de máscara de proteção nos locais com acesso reservado a credenciados (Zona 0). As máscaras de proteção autorizadas cingem-se apenas às máscaras cirúrgicas certificadas e validadas pelo Infarmed ou, em alternativa, será aceite o uso de máscaras comunitárias testadas e certificadas pelo Centro Tecnológico das Indústrias do Têxtil e do Vestuário (CITEVE).
Além da limitação de atletas participantes na prova, existirá também uma limitação no número de membros do staff de cada equipa, num limite máximo de 5 pessoas, credenciadas para a Zona 0.
É recomendado que as equipas se façam acompanhar pelo seu médico responsável, sendo este elemento contabilizado além dos elementos de staff estabelecidos como máximo obrigatório para o acesso à Zona 0.
Os credenciados “Zona 0” serão todos e quaisquer indivíduos pertencentes às equipas de competição, forças de segurança, elementos com funções técnicas na prova e aos órgãos da comunicação social.
O direito de acesso dos veículos credenciados à Zona 0 e à caravana da prova está reservado ao mínimo estritamente necessário para o desempenho das funções técnicas da prova.
Estabelece-se que o acesso dos veículos de assistência das equipas à Zona 0 só é permitido a 4 viaturas por equipa.

Antes da prova 
Na partida da prova, o acesso a todos os espaços técnicos incluídos na Zona 0, deverá ser exclusivamente reservado às pessoas imprescindíveis para a realização do evento e devidamente credenciadas.
Haverá um único ponto de acesso ao evento: o PPO que deverá estar instalado na entrada da Zona 0.
Haverá um posto de controlo sanitário à entrada do PPO que examinará todos os elementos autorizados e devidamente credenciados no evento. As indicações específicas e localização serão definidas neste regulamento.
Após a passagem pelo controlo sanitário será fornecida uma pulseira a todos os elementos credenciados para o evento. O uso da pulseira é obrigatório.
Todos os procedimentos preparatórios para a competição por parte dos atletas deverão ser realizados dentro da Zona 0.
Existirá um corredor de acesso da Box das Equipas para a Box de Partida a fim de permitir um acesso rápido e sem paragens.
O reconhecimento do percurso deverá ser realizado por cada atleta de forma individual em horário previsto pela Organização.
A Box de Partida será composta pela área de controlo das bicicletas, área de espera dos atletas e rampa de partida. Será recomendada a presença de um elemento do staff da equipa na Box de Partida, tendo em conta ser este o único elemento a poder prestar assistência aos atletas da sua equipa; contudo esta presença estará limitada a apenas um elemento por equipa.
Será realizado apenas o controlo oficial das bicicletas (15 minutos antes da partida de cada atleta), este procedimento será efetuado por um único comissário, o qual terá que respeitar um intervalo entre atletas para higienizar as mãos e o gabarito; o próprio atleta ou o seu mecânico deverá igualmente higienizar a bicicleta antes de a entregar ao comissário.
Na área de espera para a partida, estarão presentes, em cada momento, cinco atletas no caso do CRI, segundo a ordem de partida; as cadeiras deverão ser higienizadas antes e após a sua utilização por cada atleta.
Os atletas deverão subir para a rampa de partida sem a ajuda de ninguém. Na rampa de partida apenas será autorizada a permanência do atleta e do comissário juiz de partida, respeitando as regras de distanciamento social, sem existir contacto físico entre eles em nenhuma situação. Alteração regulamentar: os atletas não serão sustidos, nem se poderão segurar a nenhuma estrutura da rampa de partida; a partida será dada com o pé no chão.

Desenrolar da prova
Estará previsto pelo organizador uma redução do número de viaturas autorizadas em prova ao mínimo indispensável. Será obrigatória a ocupação máxima de 2 pessoas por viatura na caravana, com exceção do carro do PCC (quando exista operador de Rádio Volta), do carro do médico e das ambulâncias.
Todos os motards e respetivos passageiros deverão utilizar capacete integral.
Os fotógrafos e cameramen, na impossibilidade de utilizar o capacete integral, deverão usar óculos de proteção, além da máscara de proteção.
Os comissários que exercem as suas funções em carro com teto de abrir e o comissário juiz de partida (no CRI) deverão usar óculos de proteção além da máscara de proteção, os comissários moto deverão usar capacete de proteção integral.
Os mecânicos de apoio neutro deverão usar luvas e óculos de proteção além da máscara de proteção. Não será autorizado descartar os bidons ou qualquer tipo de resíduo.
Após a prova Na chegada da prova, o acesso a todos os espaços técnicos incluídos na Zona 0 deverá ser exclusivamente reservado às pessoas imprescindíveis para a realização do evento, devidamente credenciadas.
O PPO mantém-se como único ponto de acesso às zonas delimitadas da chegada integradas na Zona 0.
A Box de Chegada será composta pelo espaço que inclui a linha de chegada, a zona de desaceleração dos atletas e a zona marcada para fotógrafos / cameramen.
Após a chegada o atleta deve dirigir-se imediatamente à zona 0, realizando aí a descompressão. Os carros de apoio não passarão pela box de chegada, sendo desviados antes da mesma para a zona de partida.

Cerimónia protocolar 
Nas cerimónias protocolares, as individualidades convidadas poderão estar no pódio, junto dos atletas, respeitando as normas de distanciamento social. Não poderão existir cumprimentos físicos.
A entrega das camisolas e medalhas deverá ser realizada por uma única pessoa (assistente de protocolo), através de bandeja, de forma a evitar o contacto direto com o atleta e respeitando as normas de distanciamento social.
O atleta envergará ele próprio a camisola.
A foto dos vencedores deverá respeitar as regras de distanciamento social, não poderão existir cumprimentos físicos entre atletas ou com as individualidades, nem será realizada a cerimónia do espumante. Será excecionalmente autorizado aos atletas, que estes retirem a máscara de proteção para o momento da fotografia.
Os banhos após o exercício desportivo em prova competitiva deverão ser realizados o mais brevemente possível após o término da competição.
A organização irá tentar providenciar instalações devidamente condicionadas para os atletas tomarem banho. Sendo que as mesmas deverão obedecer a critérios de distanciamento social em que haja obediência de 3m2 por atleta.
Na área para elaboração das classificações permanecerão apenas o técnico das classificações e o comissário juiz de chegada.

Comunicação do Evento
O organizador irá utilizar os meios de comunicação oficiais do evento para divulgar as mensagens institucionais que se pretendam transmitir aos elementos da prova, bem como ao público em geral.
O organizador irá promover a utilização de linguagem, ou formas de comunicação por imagens, que transmitam a mensagem da evicção de aglomerados populacionais, do contacto físico entre pessoas, e más práticas de proteção / higiene pessoal.

Comunicação Social no Evento
Os jornalistas devem remeter o pedido de acreditação até às 24h00 do dia 16 de setembro.
O número de jornalistas acreditados ditará a necessidade ou não, de os mesmos serem submetidos a testes de despistagem de SARS-Cov-2, de acordo com os critérios sanitários a seguir pelo departamento clínico da Federação Portuguesa de Ciclismo.
Será acreditado um jornalista por cada órgão de comunicação social, salvo imprensa, TV ou agência de notícias, se indicarem um repórter de imagem e um redator/repórter.
Os elementos dos órgãos de comunicação social, no exercício das suas funções, deverão respeitar as normas de higienização e distanciamento físico.
É obrigatória a utilização de máscara certificada na Zona 0 (ao ar livre), assim como na sala de imprensa e na sala de conferência de imprensa.
Os jornalistas têm acesso à Zona 0 de partida, devendo entrevistar os corredores e staff junto à área das respetivas equipas.
As entrevistas devem ser feitas, tanto quanto possível, de forma individual, admitindo-se o máximo de três órgãos de comunicação entrevistando em simultâneo cada interlocutor.
Os jornalistas devem usar extensores nos microfones e nos outros aparelhos de recolha de sons dos entrevistados, de forma a manterem a distância de segurança.
Os microfones e demais artefactos de recolha de sons devem ser cobertos por película plástica, que deverá ser higienizada entre cada entrevista.
É terminantemente proibido entrevistar os corredores imediatamente após a linha de meta.
Os repórteres que o fizerem serão expulsos da corrida, podendo ser-lhes recusada acreditação para futuros eventos.
Durante a corrida, apenas as motos da empresa produtora ao serviço da organização serão autorizadas a circular no percurso da prova, para recolher as imagens vídeo da competição. Serão também admitidos repórteres fotográficos transportados em moto.

Medidas sancionatórias sobre o incumprimento às medidas de exceção
Todos os elementos credenciados para a prova estão sujeitos ao cumprimento da legislação estabelecida a nível governamental, para o respeito das práticas de saúde estabelecidas pela DGS, e respetivas medidas sancionatórias.
Não obstante as sanções previstas nos Regulamentos aplicáveis a este tipo de prova, a infração ou incumprimento das normas de exceção definidas pelo documento “Adaptações para o retorno à competição”, elaborado pelo Task Force UVP-FPC Covid-19 e aprovado pela DGS, serão alvo de sanções por parte da Organização da prova ou do Colégio de Comissários, consoante a natureza da mesma, e que poderão ir desde a advertência oficial até à expulsão da prova em questão e/ou das provas seguintes a realizar, tendo em conta a gravidade da infração, o facto de a mesma ser cometida de forma continuada e repetida, e ainda as circunstâncias atenuantes e agravantes da situação.

ARTIGO 14. ORGANIZAÇÃO MÉDICO-DESPORTIVA DA PROVA EM CONTEXTO DE COVID-19
O evento terá na sua definição 1 médico responsável (Médico Coordenador), com funções de líder da equipa médico-desportiva e sanitária na organização da prova; A equipa médica será caracterizada por dois grupos de trabalho:  
- Equipa com atividade médico-desportiva em prova, constituída por 1 médico + 1 enfermeiro, com experiência e formação em atividade de saúde pré-hospitalar Suporte Básico de Vida (SBV) / Desfibrilhação Automática Externa (DAE)/ Suporte Avançado de Vida (SAV)/ Advanced Trauma Life Support (ATLS) e saúde no desporto;
- Equipa com atividade médico-sanitária em prova, sendo constituída por 2 médicos com competência e treino clínico COVID-19 e 4 voluntários com treino específico executado pela equipa médica da prova;
- Ambos os grupos de trabalho serão liderados pelo médico coordenador;
- Irão estar 3 unidades de socorro (ambulância de modelo ABSC + DAE), cada uma tripulada com 2 socorristas experientes, com treino em atividade socorro pré-hospitalar. As unidades de socorro serão diferenciadas em termos da sua função: 
.2 ambulância de socorro para fazer face ao apoio eventual do trabalho da equipa médicodesportiva;
.1 ambulância de socorro para eventual atividade de apoio/transporte à equipa médica sanitária das áreas COVID-19;
A atividade médica em prova estará articulada com os meios pré-hospitalares (Instituto Nacional de Emergência Médica - INEM); Hospitalares (Unidade Hospitalar de referência da prova – Hospital Dr. José Maria Grande - Portalegre); Proteção Civil (Autoridade Nacional de Proteção Civil - ANPC); Autoridade de Saúde Pública territorialmente competente (procedimento descrito em Doc. próprio: “Plano de Urgência e Emergência Médico- Desportivo – PUEMed”);

Medidas de Saúde Aplicadas aos Espectadores
O organizador irá incentivar que os serviços médicos da prova promovam o apoio médico sanitário necessário aos eventuais espectadores da corrida; Serão tomadas medidas de contenção por parte do organizador, e por parte da equipa médica, de forma a evitar aglomerados populacionais no evento e medidas decumprimento das regras sanitárias instituídas à data pela DGS.

Medidas de Saúde Aplicadas à População Participante em Competição
Uso de máscara de proteção obrigatória por todos os elementos credenciados. A sua colocação e remoção deverão obedecer às regras de boa utilização; Os atletas apenas terão autorização para retirar as máscaras nos momentos de preparação para a competição, competição e descompressão após competição. Excecionalmente estará autorizada a remoção da máscara por parte dos atletas no momento da fotografia da cerimónia de pódio;

Preparação e Adequação dos Espaços Envolventes à Competição
Irá ser disponibilizado em todos os espaços de livre circulação de pessoas, material informativo das medidas de boas práticas de higiene pessoal e distanciamento social publicadas pela DGS. Será disponibilizada pela organização solução antisséptica de base alcoólica (SABA) em todas as áreas de livre circulação de pessoas. É da responsabilidade de cada um trazer máscara de proteção individual certificada. Será efetuada a higienização dos locais comuns de forma regular, sendo este procedimento validado por uma checklist de medidas a ter em conta para a execução do processo. A vigilância e aplicabilidade destas medidas supracitadas serão promovidas por todos os elementos da organização, sob o apoio e supervisão do médico coordenador da prova.